| Escola de Guitarra Baiana |
A familia Macêdo realiza um velho sonho de Osmar: O projeto liderado por Aroldo Macêdo, filho de Osmar e irmão de Armandinho, e seu filho Gabriel, uma escola gratuita de guitarra baiana para crianças e adolescentes, teve início em novembro de 2007, sob patrocínio da Petrobrás, Edital Cultural, Lei Rouanet e do Governo Federal. O objetivo da Oficina de Música Instrumental Osmar Macêdo, que oferece cursos de violão, cavaquinho, bandolim e percussão, entre outros, é de ensinar música brasileira a
jovens talentosos, e de ajudar a criar perspectivas profissionais. O fóco, no entanto, é de ensinar e divulgar a arte de tocar a guitarra baiana, ícone da história do Carnaval da Bahia, e do repertório estilístico tradicional tocado nela, como frevo, choro e samba.
Os alumnos, atualmente 60 crianças, selecionados com auxílio de professores de música de escolas públicas, recebem aula uma vez por semana e participam em ensaios para futuras apresentações. São permitidos de levar os instrumentos -cavaquinhos da Gianinni- para estudar em casa. Além de receber aulas de prática, estudam teoria
e leitura musical, aprendem percepção e apreciação de música gavada ou tocada ao vivo, assistem leituras e
vídeos sobre a história dos diversos estilos musicais do país, como frevo, choro, baião e MPB, assim como trio elétrico, a especialidade da guitarra baiana, e palestras com palestras, as vezes com partipação especial de artistas conhecidos, como Armandinho, o cantor André Macêdo ou Morotó Slim, guitarrista do Retrofoguetes. Numa fase futura, o projeto espera contar também com uma fábrica de instrumentos e
de um estúdio de gravação.
O trabalho de Aroldo Macêdo a da equipe dos professores da escola (Heloísa Leone, Paulo Emílio, Gabriel Macêdo, Almir Askê Mesquita, Isabel Reis, Carlos Henrique, Mabel Macêdo e Ronaldo Passos) representa um esforço importantie na área da educação cultural na cidade de Salvador, pois contribui em fornecer aos jovems uma visão mais ampla e diferenciada da cultura popular do seu lugar, e a transmitir uma percepção da guitarra baiana como uma parte viva e auténtica dessa mesma cultura.
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