A guitarra baiana foi o tema central de uma oficina no Instituto Goethe, corredor da Vitória, na sexta feira, dia 14 de novembro de 2008. Sob a mediação de Robertinho Barreto (Lampirônicos), Aroldo Macêdo, Morotó Slim (Retrofoguetes) e Gabriel Dominguez, trocaram-se idéias sobre os rumos futuros da guitarrinha que, quase esquecida na década de 90, nos últimos anos tem despertado cada vez mais o interesse de artistas jovens, principalmente das áreas do rock, jazz e experimental, gente que entende a importância histórica e cultural do instrumento, e que ao mesmo tempo dispõe de um vocabulário musical novo, capaz de abrigar o tradicional e tecer novos contextos com ele, renovando a sua vitalidade e apontando novos rumos à guitarra baiana.
O saldo final da mesa foi altamente positivo, e entre os objetivos principais
impulsionados por Aroldo Macêdo, alma mater de esta empreitada, podemos
citar a realização de encontros semanais do Clube da Guitarra Baiana, com o objetivo de criar um laboratório ao vivo, onde os músicos
participantes iriam aportando novas musicas para uma renovação do
repertório da guitarrinha. Os participantes da oficina tiveram oportunidade de ouvir novos trabalhos e formas
alternativas de utilizar a guitarra baiana assim como performances ao
vivo dos palestrantes.
A mesa fez parte da segunda edição do Fórum de Música, Mercado e
Tecnologia, FMMT (12-15 de nov.) no âmbito que do
projeto Música em Todos os Ouvidos,
promovido pela a FUNCEB (Fundação Cultural do Estado da Bahia) durante
os mês de novembro. O objetivo do conjunto de eventos foi fortalecer as
relações
entre artistas e produtores de festivais do nordeste, além de promover
contatos com outros estados, visando à formação de futuras parcerias.
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