O instrumentista Fred Menendez continua se apresentando todos os domingos, a partir das 16:00h e até as 18:00h, na Ponta do Humaitá, ao lado do Clube de Iates de Itapagipe, no fundo da Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrat, com a banda que o acompanha em suas turnês internacionais.
Nos dias 21 e 28 de janeiro 2009, dias de quarta feira, as 19 hs, volta a reunir-se o Clube da Guitarra Baiana, evento itinerante organizado por Aroldo Macêdo, no Teatro Sesc Senac, no Pelourinho. A lista de convidados inlcui Armandinho Macêdo, Robertinho Barreto, Morotó Slim, Fred Menendez, Gabriel Macêdo e Betinho Macêdo, além de algumas surpresas. Os alunos da Oficina de Música Instrumental da Escola Osmar Macêdo irão abrir o evento.
Durante três terças-feiras de janeiro 2009, começando no dia 13 (19 h, entrada franca), guitarras baianas e bandolins terão um 'jogo em casa', na I. Mostra de Guitarra Baiana e Bandolim, no palco da Casa da Música no Parque Metropolitano do Abaeté, Itapoã, Salvador. A banda 'anfitriã', com Julio Caldas (guitarra baiana e bandolim),
Durval Caldas (violão), Bruno Rodrigues (violão de sete cordas),
Cláudio Diolu (baixo) e Marcos Caldas (bateria), acompanhará convidados ilustres, como Armandinho Macêdo, Luiz Caldas, AroldoMacêdo, Morotó Slim dos Retrofoguetes,
Gabriel Dominguez, Julio Moreno, Jacson Dantas, Ricardo Marques,
Alexandre Vargas, Fabrício Rios, Edu Nascimento, e Leonardo Lima, entre outros.
A guitarra baiana foi o tema central de uma oficina no Instituto Goethe, corredor da Vitória, na sexta feira, dia 14 de novembro de 2008. Sob a mediação de Robertinho Barreto (Lampirônicos), Aroldo Macêdo, Morotó Slim (Retrofoguetes) e Gabriel Dominguez, trocaram-se idéias sobre os rumos futuros da guitarrinha que, quase esquecida na década de 90, nos últimos anos tem despertado cada vez mais o interesse de artistas jovens, principalmente das áreas do rock, jazz e experimental, gente que entende a importância histórica e cultural do instrumento, e que ao mesmo tempo dispõe de um vocabulário musical novo, capaz de abrigar o tradicional e tecer novos contextos com ele, renovando a sua vitalidade e apontando novos rumos à guitarra baiana.